Arquivado em: Brasileirando por Velker
Foi mesmo bom ter havido 2o. turno…
Dia 29.10.06, 22.30 hs. Praticamente terminada a apuração das eleíções presidenciais brasileiras em segundo turno. E o resultado foi o que as pesquisas já haviam mostrado. Lula venceu.
Tal qual numa luta de boxe, onde um dos oponentes se agiganta sobre o outro, Lula colocou a nocaute a conjunção de forças que se levantou contra ele. Há uma gritante diferença entre disputar uma eleição com outro candidato e ter que enfrentar um fogo cerrado de denúncias manipuladas, de difamações e meias verdades, propagadas por uma imprensa escrita e televisada, que de forma hipócrita se dizia apartidária e colocou suas chefias de redação dentro dos dois partidos oponentes de Lula, a saber o PSDB e o PFL.
Por esse ângulo, também a grande imprensa brasileira, pelo resultado do voto popular foi não só nocauteada pela figura do presidente reeleito, como também esbofeteada pela mão do povo.O atual presidente Luís Inácio Lula da Silva, do PT está reeleito com 61% dos votos e seu oponente, Geraldo Alckmin do PSDB está derrotado com 39%. Foi mesmo como Lula disse num dos debates, que o segundo turno era a melhor coisa que poderia ter acontecido. E foi mesmo.
Numa reviravolta que deve dar agora um gosto amargo na boca de todos que participaram dessas manobras, a imprensa, extasiada num primeiro momento não percebeu seu ponto fraco: para manipular e iludir o povo, ela teve que mostrar fatos. Mesmo manipulados e somente meio informados, os eleitores perceberam isto e começaram a ler nas entrelinhas. E começaram a tirar suas próprias conclusões. Foi marcante o escândalo do dossiê, explorado pela grande imprensa como a tábua de salvação da candidatura de Geraldo Alckmin, quando milhões de eleitores mudaram sua intenção de voto e no desenrolar do dia a dia até a chegada do segundo turno, foram novamente mudando de candidato, ao perceberem a má intenção na apresentação das notícias.
Nos últimos dias, a descoberta da armação da falsa testemunha, ligada a uma secretaria executiva do PSDB em Minas Gerais, na tentativa de colar mais um escândalo na figura de Lula, não só fulminou a agonizante candidatura de Alckmin como também apagou todas as capas e manchetes grandiosas dos jornais e revistas, que a partir de então deixaram de imprimir capas e manchetes falando em mais tramas misteriosas e revelações de última hora. Apresentadores de telejornais também se calaram e mais do que Alckmin, sai esmurrada pela sua própria falta de escrúpulos a grande imprensa brasileira, que fica melhor se a chamarmos de imprensa grande. Em tamanho, pois em moral é pequena.
Erros foram cometidos no primeiro mandato. Lula se penitenciou e nos casos que se desenrolaram puniu e excluiu antigos amigos de partido. Também, depois do episódio da retirada de Ricardo Berzoini da campanha, com a entrada de Marco Aurélio Garcia, ponderado e firme na sua apresentação e no reparo aos danos feitos na imagem pessoal do presidente foi de imensa valia nesse resultado. Isso tudo com Jacques Wagner, eleito governador pelo PT na Bahia, com sua presença e discurso levando à moderação e reflexão foram dois grandes auxiliares de Lula, ajudando muitos eleitores a votarem de forma diferente no segundo turno.
Personagens históricos da política brasileira saem grandemente derrotados dessa eleição.
Na Bahia, reduto político, quase fazenda de Antonio Carlos Magalhães, que ao longo de mais de 20 anos dominou política e juridicamente esse estado. Em saites especializados na parte jurídica, são comuns as observações sobre seu antigo domínio nas deliberações jurídicas e legislativas. Agora este termina como nos romances de Jorge Amado: um coronel que domina, passa por um auge e depois entra em triste e inevitável decadência. Deixa como herdeiro político seu neto, Antonio Carlos Magalhães Neto, que pode ser considerado uma tosca e apagada cópia do velho coronel, que agora passa a ser ouvido no PFL mais como uma relíquia política do que como um líder.
Cai de forma miserável Fernando Henrique Cardoso, que apostou junto com Tasso Jereissati todas as suas fichas em Geraldo Alckmin. A resposta da população o deixa completamente à parte da vida nacional. Sempre inflado e conhecido por sua inútil vaidade, seguirá agora em seu Instituto Fernando Henrique Cardoso, a mesma trajetória do Instituto Brasil, montado por Zélia Cardoso, ex ministra da época do presidente Collor: a de esvaziar salas, apagar luzes e fechar portas. Falando em vaidade, nada poderia ter sido mais patético do que FHC ter lançado seu livro de memórias primeiro nos Estados Unidos, mais um vez admirando sua imagem num espelho de vaidade. E depois ter escrito durante os agônicos e finais momentos da campanha de Alckmin, uma carta aberta aos brasileiros. Seria mais coerente se tivesse escrito uma carta para os americanos, assim como fez com seu livro. É um personagem que deixa triste memória na história política do Brasil.
Deitam por terra os barões da mídia e suas chefias de redação dos grandes órgãos da imprensa brasileira, que mais um vez mostraram seu convervadorismo e apego ao atraso. Com suas capas brilhantes, textos bem feitos e fotos esmeradas, manipularam informações e disseminaram meias verdades a tal ponto que o público leitor percebeu uma coisa: não eram leitores informados e sim leitores adestrados. Renomados colunistas, jornais, revistas e telejornais, com um brilhante e falso verniz de jornalismo mostraram sua verdadeira atitude: a de jagunços eletrônicos.
Uma exceção: a revista ” Carta Capital “, que sob a direção de Mino Carta ganha um honroso lugar na nossa história.
No fundo, mais uma vez confirmando as palavras de Lula, a melhor coisa que aconteceu foi o segundo turno, onde os eleitores pesando os fatos, medindo as informações que lhe eram passadas e observando o vai e vem dos acontecimentos, deram com sua presença nas urnas, a sua resposta a tudo isso.
Final de luta. Um nocaute que atingiu três oponentes ao mesmo tempo.
Como disse Lula em seu discurso de comemoração, a vitória foi do Brasil.
… Vistas de Diferentes Perspectivas
Quando se observa ou fotografa algo, por exemplo um edifício, está a guardar-se para a posteridade uma imagem que jamais se repetirá.
Se no mesmo momento estiverem mil ou mais pessoas a fotografar o mesmo edifício não haverá duas fotografias iguais e se num momento seguinte as mesmas pessoas voltarem a disparar os “flashs”, nenhuma das fotografias será igual às restantes, tiradas nesse instante ou tiradas anteriormente, porque o ângulo, a iluminação, os reflexos, etc., etc., … o que significa que quando se vêem duas fotos iguais, mesmo iguais, pelo menos uma delas não é original.
Com os temas abordados nos blogues sucede o mesmo ou seja quando alguém escreve sobre um tema, está a dizer qual é o seu ponto de vista, nesse momento, relativamente ao “edifício” desafiando quem lê a dizer qual a sua perspectiva, se o artigo fosse escrito noutra altura, mesmo que pela mesma pessoa, seria invariavelmente diferente, conclui-se portanto, que quando se vêem dois artigos iguais, pelo menos um deles é cópia.
Apesar de criar os meus próprios artigos, imagens e textos, não coloco nenhuma abjecção a que copiem o que faço, nem quero que este post seja visto como um “sermão”, faço isso sim notar, que seria bom que todos nós quando reproduzíssemos um texto ou uma imagem de outrem, nos lembrássemos de colocar a indicação da sua origem.
Pelas palavras aqui escritas não se conclua que estou de acordo, antes pelo contrário, com uns “artistas” que pegam numas fotos que tiram numa qualquer “tasca” ou nas frases ditas nessa mesma “tasca”, publicam-nas e depois exigem direitos de autor a quem reproduz esses trabalhos, mesmo que estes mencionem o nome do seu autor.
js
Arquivado em: Postais de Ricardo Cataluna, Sociedade Portuguesa, Uncategorized
Sócrates encara protestos com «bom humor»
O primeiro-ministro diz que reage com naturalidade e “fair-play” aos protestos que vai encontrando no país. Esta sexta-feira, em Aveiro, a União dos Sindicatos acusou o chefe do Governo de ter enganado os portugueses.
Fonte:TSF
Só lhe falta um bigode e mudar o nome para Toni!! O nosso “primeiro”, do alto do seu “pedestal pomposo”, aderiu à linguagem futebolística! Parece que as pessoas que protestam são rivais e não as pessoas para que ele governa. Mesmo as que não votaram em si são portugueses, senhor engenheiro! Ossos do AUTISMO!
Mas, se pensarmos bem, ele já aderiu a esta linguagem futebolística, se bem que foi de uma forma mais “discreta”, apoiando-se em duas máximas: o que é verdade hoje, amanhã é mentira e vice-versa; as famosas entradas por trás! Estas últimas são cada vez mais insistentes e dolorosas…
Arquivado em: Afixações Proibidas de João Ferreira Dias, Futeboladas, Sociedade Portuguesa
Numa iniciativa humanista e louvável os portugueses residentes em Newark, EUA, reuniram uma quantia simbólica de dinheiro para ajudar “o bom gigante”, José Torres, herói dos magriços. Manuel Parente, promotor da iniciativa, disse que, como sportinguista, tem muito viva uma «maldade» de José Torres que datada dos anos 60, na então Taça de Ouro da Associação de Futebol de Lisboa. O Sporting levou a equipa principal ao Estádio do Restelo, onde o Benfica compareceu com muitas unidades suplentes. Aconteceu, contudo, que o Benfica ganhou 5-0, com três golos de José Torres.
Da minha parte vi-o há pouco tempo e confesso que me fez muita impressão e mágoa. Como pode a doença (Alzheimer) ter traído este exemplo de goleador e de homem? Torres não se lembra de quem foi mas ninguém o reconheceu também. Curioso, se fosse um qualquer Mantorras teria havido um assédio grotesco…
Arquivado em: Notas De Matos, Política Internacional, Política à Portuguesa
Depois disto tenho a certeza que o Zezinho(Socrates) vai mandar(sim porque ele não faz nada) fazer um orçamento rectificatico, onde vai incluir as despesas que vai ter com o envio destas senhoras para os varios pontos do globo onde haja um militar Português e claro para disfarçar essa despesa vai inventar o imposto IPBSSM (Imposto Para o Bem da Saúde Sexual Militar) que nós iremos pagar…
Arquivado em: Afixações Proibidas de João Ferreira Dias, Política à Portuguesa
A empresa Swedwood vai instalar em Paços de Ferreira uma empresa de construção de equipamentos de madeira, a IKEA. A contrução da infraestrutura deverá custar 135 milhões de euros e representa um crescimento de Portugal no sector da madeira. Esta instalação irá criar 1550 postos de trabalho dos quais 550 são directos. Manuel Pinho ministro da Economia considera este investimento importante para as contas portugueses, esquecendo apenas um pequeno pormenor: a fábrica será instalada numa Reserva Ecológica Nacional. A Quercus está atenta e promete avançar. De que nos serve o progresso senão tivermos planeta?
fonte: TSF online
Arquivado em: Brasileirando por Velker
Sendo a primeira vez que escrevo neste espaço, gostaria de cumprimentá-los pela coleção de textos da “Cidadela dos Incultos” que conheci durante uma pesquisa na Internet. Pesquisava sobre política e encontrei essa, digamos, livraria virtual, dessas onde os amigos se reunem para conversar uma vez e outra. No primeiro contato com o amigo João, demonstrei-lhe a minha surprêsa por certos problemas enfrentados pelos portugueses, referentes a burocracia, governo, administração, naquilo que chamamos de política e em geral nas coisas que regem a vida das pessoas e de uma nação.
O João me esclareceu que por estarem na Europa isso não queria dizer que estivesse tudo às mil maravilhas. Enfim, constatei durante a leitura dos textos que os problemas nossos são mesmo de irmãos. Em parte fico triste que seja assim, em parte feliz por saber que posso contar com essa semelhança, que certamente vai se traduzir em uma visão convergente das coisas da vida das duas nações e também da visão do mundo moderno
Aqui no Brasil, por esses tempos temos uma próxima eleição, onde de um lado se desesperam os antigos coronéis, representantes das velhas oligarquias e do outro se preparam os que pretendem fazer uma renovação da vida nacional.
Apesar dos erros cometidos, o presidente Lula se penitenciou em público, puniu os velhos amigos sem dó e a população, dando-lhe 20 pontos de vantagem sobre o outro candidato acredita nele. Do outro lado, Geraldo Alckmin, um candidato sabidamente robotizado, que fala com a espontaneidade de um ponto eletrônico, mas que tem o apoio incondicional dos grandes meios de comunicação, que se anunciavam na década de 80 como arautos e condutores de uma nova época política. Era tudo burla, como dizem vocês aí. Hoje sabemos que as editorias dos grandes jornais, revistas e TV’s não gostavam que os militares dissessem o que deviam escrever ou não simplesmente porque divergiam da matéria a ser impressa. Só isso.
A chefia das editorias desses meios de comunicação hoje está ncessariamente dentro da sala da presidência de partidos como o PSDB e PFL, representantes do atraso, conservadorismo e entreguismo. Os militares pelos menos mandavam alguém até a redação dos jornais.
Um detalhe: enfiados numa dívida de bilhões de reais, as grandes revistas, jornais e TV’s já haviam recebido desde 2005 o recado desses partidos de que se ajudassem seu candidato nas eleições futuras, teriam as portas dos cofres públicos abertas para pagarem suas contas, coisa que haviam pedido publicamente em 2001. Então docilmente deixaram que lhes colocassem um cabresto e seguiram felizes pela estrada da obediência. No Brasil da década de 1930 tínhamos o voto de cabresto, onde os chefes locais ficavam na frente da urna, dando um papel ao eleitor, coagido pelos jagunços para votar no candidato que ele quisesse. Hoje temos aqui o jornalista de cabresto, que recebe um papel dessa mesma figura de coronel para escrever o que ele quer. Escreve e garante o almoço de amanhã. E ainda se dizem jornalistas. O nome mais certo para nossa categoria de profissionais do jornalismo não seria jornalistas e sim…diaristas. É o nome que damos aqui a empregadas que trabalham em troca de um pagamento diário em casas e estabelecimentos comerciais. Sem ofensa à nobre categoria das diaristas, que trabalham duro para sustentarem suas famílias. Há exceções na imprensa brasileira, poucas, mas há. Destaco uma delas, dirigida pelo combativo jornalista Mino Carta, que é a revista “Carta Capital” ( http:\\www.cartacapital.com.br ).
Por esses dias tem sido bonito ver o espetáculo que se desenrola aqui. E acima de tudo a revisão da idéias de como deve ser o jornalismo. Uma visão importante disso é que os bilogues estão propiciando uma forma de acabarmos no Brasil, com a exigência do diploma de jornalismo como obrigatório para exercer a profissão. Hojes os internautas, no mundo todo completam suas observações da grande mídia com as opiniões da biloguelite, termo que aprendi aqui. Estamos vendo e participando do nascimento e criação de redações virtuais, enquanto a mídia tradicional perde cada vez mais espaço. E no Brasil isso é melhor ainda, pelo fato de demolir essa estrutura toda de jornalistas de aluguel. Se formar para trabalhar para como mercenários de caneta, que absurdo.
Enfim, como disse um colaborador revoltado aqui outro dia “…quero um outro 25 de abril…”
Eu, apesar da aparente contradição, quero um outro 10 de novembro de 1937. Faz parte da nossa história, que explicarei em detalhes em outra cartinha ( como gosto de chamar os posts ). mas tenho essa história em meu bilogue, no artigo sobre Getúlio Vargas.
Agradeço pela acolhida e espero que seja o início de uma boa amizade e troca de idéias.
Vellker - http://vellker.blog.terra.com.br/
Arquivado em: A opinião também veste saias, por Baguera
Referindo-me claro ao meu anterior post….. desculpem, mas não me consegui calar. Detesto acusações gratuitas e infundadas mas o que mais detesto (ainda mais que acusações infundadas) é o mau português.
Por favor, o português é uma língua pérola, impregnada da história do nosso povo e nunca um saco de pancada.
Para quem dedica muito tempo á escrita, como eu, ver escrito mau português é uma afronta. É da nossa responsabilidade persevar o bom português, a boa gramática. Se já nem a comunicação social o tenta fazer ao menos quem gosta de escrever o faça.
Já basta o que já foi feito, não piorem ainda mais a nossa língua-mãe.
“Basta! Pum! Basta!” (Nunca Almada Negreiros teve tanta razão!)
NÃO AOS ASSASSINATOS DA LÍNGUA PORTUGUESA!
(e volto aos Morangos com Açúcar, 6ª e última razão: onde está o bom português na série?)
… Problema? … ou a desculpa dos incompetentes?
O baixo índice de natalidade é frequentemente apontado como a principal causa do descalabro da Segurança Social e a justificação para um conjunto medidas penalizadoras para quem trabalha e faz os respectivos descontos.
Este falso argumento usado vezes sem conta, com o único objectivo de fazer passar a ideia que se trata de um discurso verdadeiro, é o modo mais simples que os responsáveis por tal descalabro têm para esconder a sua incompetência e o resultado de um conjunto de medidas erradas por si tomadas nos âmbitos do ensino, da formação profissional, do emprego, da política de imigração e na falta de apoios aos sectores produtivo e da transformação em detrimento dos apoios aos sectores de comércio e serviços e dos apoios sociais (em alguns casos excessivos e injustificados).
A principal causa da falta de dinheiro na Segurança Social está efectivamente na falta de receitas e no facto do que deveria estar a ser usado ou reservado para as reformas estar a ser usado nos subsídios de desemprego e outros.
Se fossem feitas apostas na criação de emprego, repito, nos sectores produtivo e de transformação e num ensino que tivesse como primeiro objectivo dar aos jovens uma formação adequada às necessidades das empresas existentes ou que seria de interesse existirem em Portugal, teríamos empregos e como tal, as pessoas que actualmente estão a receber sem nada fazerem, passariam a descontar e se porventura os portugueses existentes não fossem os suficientes para preencher todos os postos de trabalho entretanto criados, recorrer-se-ia à mão-de-obra estrangeira.
O baixo número de nascimentos ocorridos nos últimos tempos em Portugal não é a causa seja do que for, mas sim a consequência da instabilidade vivida pelas famílias e quaisquer medidas que tenham em vista o aumento da natalidade tendo por base um apoio monetário podem inclusivamente vir a tornar-se contraproducentes. Pois um apoio monetário deste género, não passa de um esbanjamento de recursos, que em principio só é aproveitado por pessoas com baixos rendimentos, pessoas que ao terem mais filhos, aumentam as possibilidades destes virem a nascer e crescer em ambientes hostis e a não terem os níveis de educação e ensino exigíveis, correndo o risco de mais tarde virem engrossar a faixa de desempregados ou outra que seja subsídio-dependente.
js
Arquivado em: Afixações Proibidas de João Ferreira Dias, Política à Portuguesa
