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Porque motivo se continua a chamar proposta a uma decisão que é tomada sem unanimidade?
Dois meses depois do caso prescrever aparece a confissão. Só falta saber quem fez a “encomenda”. Claro que aqui, mais uma vez, a culpa vai morrer solteira.
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MAS FAZ MUITA FALTA!!!
A cedilha é um elemento gráfico de pequena dimensão, mas seja como que for, faz-nos muita falta, veja-se o que fez o actual Governo português.
O Primeiro-Ministro pegou num extracto da música oficial do Euro 2004, interpretada pela Nely Furtado e fez dela o seu lema, só que lhe tirou a cedilha.
Conclusão, onde se cantava “como uma Força, como uma Força que ninguém pode parar”… passou a cantarolar-se:
como uma FORCA! como uma FORCA… …que ninguém pode parar…
js
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Atentem a este lead do Diário Digital:
Colocado nestes termos o assunto assemelha-se bastante aos pactos e alianças que originaram as duas Guerras Mundiais. Que tempos se avizinham?
Quando olho para o cesto do pão e vejo o stock do mesmo diminuir, estremeço… Significa que terei que me deslocar à padaria brevemente. Eu sei que pode parecer estranho, mas passo a explicar: independentemente da padaria onde vá, está lá sempre o raio de uma velha, mais chata que sei lá o quê! Não é que todas as senhoras de mais idade sejam assim, mas existem umas que vão à padaria… Geralmente, quando elas vão comprar pão, têm a seguinte atitude: se a dita senhora pede metade de um pão de quilo, e a funcionária corta-o ao meio, muitas vezes o pão fumega, de tão quente e apetitoso. Sabemos que se colocarmos manteiga no pão esta derrete-se tornando-se num manjar delicioso. Perante esta situação, já vi velhas perguntarem o seguinte: “Menina, o pão é de hoje?” A empregada, atónitamente, responde “claro”. Contudo pensa “Não filha, é do Paleolítico Inferior!!” “Veja lá se não me engana…”, diz a velha…
Outra situação é quando pedem bolos e não sabem o que querem. Então, formulam e reformulam o pedido, em média, 3784 vezes! Enquanto fazem isso, voltam a perguntar se “são de hoje” e para ajudar à festa, são capazes de conspurcar os bolos ao tocar e remexer para ver se, na realidade,” são de hoje!”
O que fazer para acabar com este flagelo, meus amigos?
Aceitam-se sugestões…
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O Diário de Notícias publica hoje, na secção internacional, uma entrevista ao teólogo americano George Weigel na qual ele diz assim:
DN: Os americanos aceitariam mais facilmente uma mulher ou um negro do que um ateu na Presidência?
GW: Sem dúvida. O sexo e a raça não são questões de topo, mas alguém que considere a fé como uma superstição estará fora da corrida.
Esta resposta espelha bem o carácter conservador americano. O projecto de República cristã que conduziu a criação
dos EUA está ainda bem presente.O país das liberdades não é, ainda, o país da tolerância e compreensão religiosa. Na América pode-se ser de uma qualquer raça, de uma qualquer tendência sexual, desde que não se seja duas coisas: não-cristão e comunista.A ideologia cristã está bem patente no filme World Trade Center, por exemplo, não deixando de ser um filme que contém um quelque chose de mensagem ideológica. É tempo de reflectir.
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Joana Amaral Dias, hoje, no Diário de Noticías, sobre a requalificação da Baixa de Lisboa:
Lisboa está caótica. Construções à moda de Santa Engrácia são mais que muitas. Medidas desconexas, ausência de planeamento, escândalos e projectos milionários são tantos quantos os engarrafamentos. A única obra digna desse nome é a obra de conseguir viver em Lisboa. [continuar a ler]
Uma iniciativa louvável,
Porque Reciclar é cuidar do Ambiente …
e cuidar do Ambiente é cuidar do nosso Futuro!
Não deite as rolhas de cortiça no lixo doméstico, sem saber primeiro se, na sua área de residência, existe ou não, um rolhão!
Existindo várias campanhas, espalhadas pelo país, relacionadas com a reciclagem de rolhas de cortiça, nem todas elas estão devidamente publicitadas, nesse sentido sugiro que passem pelo “Blog da Rolha” com a URL http://blogdaroiha.blogspot.com pois este blog divulga uma iniciativa que me parece bem positiva – a campanha escolar solidária “Rolhão pela Serra do Caldeirão”, uma acção de valorização e reciclagem das rolhas de cortiça, levada a efeito pelos alunos da turma 7ºC (2005-2006) e 8ºB (2006-2007) do Agrupamento Vertical (Escola Básica 2, 3) Eng. Duarte Pacheco de Loulé, no âmbito de um projecto de educação Ambiental da disciplina de Educação Tecnológica, coordenado pelo Prof. António Rocha Almeida.
Resultado de uma breve reflexão sobre o drama ecológico, social e económico vivido no país, no Verão de 2005 e que marcou profundamente o Concelho de Loulé, pois, não houve aluno que não tivesse sentido a dor familiar, quer pela perca económica directa, quer pela incapacidade de reconhecer a paisagem que restou depois do fogo, este projecto funciona como Educação Ambiental, formação do consumidor e mostra francas potencialidades tecnológicas.
Para participar nesta iniciativa de reciclagem de rolhas de cortiça ou para obtenção de mais informações sobre a mesma, poderão aceder ao blog da campanha, o já citado “Blog da Rolha” ou contactar o coordenador do projecto, Prof. António Rocha Almeida através do E-mail antonioalmeida@mail.telepac.pt ou através do telefone 289 410 790 (Escola EB23 Eng. Duarte Pacheco de Loulé).
E nunca é demais repetir que …
Reciclar é cuidar do Ambiente …
e cuidar do Ambiente é cuidar do nosso Futuro!
js
E na minha opinião, so não estamos melhores porque temos estradas que não lembram a ninguém mesmo, uma verdadeira anedota, temos uma sociedade que não tem respeito nenhum pelo proximo, o civismo desapareceu por completo, temos governantes que são apanhados constantemente a andarem a altas velocidades e a sairem impunes… E depois claro, admiram-se que anda a policia por ai feitos marionetas à espera de passar a multazinha. Enquanto não ouver uma consciencialização por parte das pessoas que têm que seguir as regras e respeitar os outros condutores e vive-versa, isto não vai acabar nunca.