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O Diário de Notícias publica hoje, na secção internacional, uma entrevista ao teólogo americano George Weigel na qual ele diz assim:
DN: Os americanos aceitariam mais facilmente uma mulher ou um negro do que um ateu na Presidência?
GW: Sem dúvida. O sexo e a raça não são questões de topo, mas alguém que considere a fé como uma superstição estará fora da corrida.
Esta resposta espelha bem o carácter conservador americano. O projecto de República cristã que conduziu a criação
dos EUA está ainda bem presente.O país das liberdades não é, ainda, o país da tolerância e compreensão religiosa. Na América pode-se ser de uma qualquer raça, de uma qualquer tendência sexual, desde que não se seja duas coisas: não-cristão e comunista.A ideologia cristã está bem patente no filme World Trade Center, por exemplo, não deixando de ser um filme que contém um quelque chose de mensagem ideológica. É tempo de reflectir.
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