… e um Bem-Afortunado Ano de 2007!…
Numa época em que o passado recente e o passado longínquo são evocados e em que todo e qualquer raciocínio nos traz à memória momentos que nos torna a todos simultaneamente sensíveis e generosos, é com pura sinceridade que desejo, a todos vós, respectivos familiares e amigos, um período Natalício e um Ano de 2007 singularmente Felizes.
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Arquivado em: Afixações Proibidas de João Ferreira Dias, Política Internacional
No blogue 5 Dias, um texto sobre a esquerda e o véu. Vão lá ler.
Arquivado em: Política à Portuguesa, Postais de Ricardo Cataluna, Sociedade Portuguesa
- O Ensino Superior português está em pé de guerra. As instituições universitárias sofreram cortes que dificultam o seu funcionamento. É importante que as universidades portuguesas consigam superar as dificuldades, procurando outras fontes de rendimento; remodelando a sua oferta para os jovens portugueses e não só; trabalhando com as empresas; deve-se apostar em Universidades que existam em prol dos alunos e não favorecendo “meia dúzia de iluminados”.
Um dos maiores dramas do nosso do nosso país passa pelo facto de metade dos jovens que frequentam o ensino universitário não conseguir concluir o mesmo.
- O Governo continua em estado de graça. Apesar da impopularidade das suas medidas, o executivo liderado por Sócrates continua à frente nas sondagens.
O que me faz mais confusão é o facto deste governo não ter “má imprensa”, não há ninguém que se atreva a dizer mal deste governo, salvo raríssimas excepções. Será que este governo é só virtudes, apesar de ostentar um estilo de governação insuportável?
- Já falei disto aqui e volto a reafirmar: a aposta nas novas tecnologias é fundamental, mas não se esqueçam da nossa língua! Para além dos pontapés na gramática, o português tem sofrido com a ausência de políticas. Repito: Alguém sabe quais são as actividades do Instituto Camões? Em que ponto está o “incrível” Plano Nacional de Leitura?
… entre a falta de planeamento e a falta de civismo …
A falta de Parques de Estacionamento à entrada de muitas localidades, o sub-dimensionamento destes e outros problemas relacionados com as acessibilidades, consequência da falta de planeamento urbano e das acessibilidades faz, muitas vezes, com que encontrar um lugar para estacionar o veiculo se transforme numa tarefa de difícil resolução.
Mas os problemas para os condutores, relacionados com esses espaços, não acaba por aqui.
O facto de em muitos municípios não estar devidamente regulamentada a dimensão dos lugares de estacionamento, leva a que esta seja decida aleatoriamente por urbanistas, arquitectos, engenheiros, desenhadores, proprietários dos espaços, funcionários camarários, etc., ou seja, os limites dos lugares de estacionamento são pintados no chão com uma largura que até pode permitir que as rodas do veiculo fiquem dentro desses limites, mas frequentemente, não atendem que os espelhos fazem parte das viaturas, nem o movimento de abertura das portas, nem contemplam a manobra que é necessário fazer para que lá se consiga encaixar o carro.
Se a estes problemas juntar-mos o facto de muita gente ao sair ou entrar nos carros, abrir a porta até ouvir esta bater no carro do lado e ainda as outras que nos parques de estacionamento dos hipermercados adoram fazer slalon com os carrinhos de compras entre os carros estacionados, obtemos o magnifico resultado de quase todos os veículos possuírem um conjunto harmonioso de mossinhas e riscos nas portas e painéis laterais.
js
Arquivado em: Afixações a roçar a maluquice de Nuno Carvalho, Sociedade Portuguesa
Independentemente do sentido do voto, em relação à Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG), acho importante reparar na seguinte frase:
“Quem quiser mesmo fazer um aborto, faz. Por isso, despenalize-se…”
Esta é a resposta que se ouve frequentemente à pergunta da actualidade. Realmente, quando se está perante um argumento com esta profundidade, não há nada a fazer. Sentimo-nos impotentes. Completamente esmagados e, ao mesmo tempo, esclarecidos.
Além disso, é interessante reflectir que este argumento, com pequenas modificações de contexto, aplica-se a imensas áreas da sociedade. Enumero apenas algumas:
-
- roubar – “Quem quiser mesmo roubar, rouba. Por isso, despenalize-se…”;
- matar – “Quem quiser mesmo matar, mata. Por isso, despenalize-se…”;
- …
É por estas e por outras que eu sou um grande adepto dos referendos. A sério, mesmo sinceramente. Os referendos são uma óptima maneira de se dar voz a um povo esclarecido e elucidado.

A noite não foi bonita para o futebol português, mas foi brilhante para o Futebol Clube do Porto. O Benfica perdeu em Manchester, no teatro dos sonhos, por três bolas a uma, depois de ter estado a ganhar por um a zero. Não soube gerir o resultado, não soube defender, não soube estar à altura do adversário. Faltou fibra de campeão.
Os dragões, por seu turno, estiveram muito próximos daquele Porto de José Mourinho: atacar bem, defender com coerência, subidas certas nas alas, gestão do meio-campo com classe. Faltou um pouquinho assim para ter conseguido a vitória…aquelas duas tiradas de Quaresma ao poste. Classe, muita classe.
Arquivado em: Notas De Matos, Política à Portuguesa, Sociedade Portuguesa, Sociedade da Informação
Como este tema tem andado na ordem do dia, e ao ouvir uns comentadores bem conhecidos do programa da Sic noticias, Quadratura do Círculo, dizer que o processo devia permanecer no arquivo, nada devia ser feito depois de tanto tempo… ou seja, que a culpa devia morrer solteira, eu fiquei incomodado com as palavras dos senhores, e so por acaso vieram-me à cabeça os casos casa pia… apito dourado… que só por acaso também ja se arrastam a algum tempo, e onde nada foi descoberto, mas que por acaso também estão envolvidas pessoas conhecidas, ditas famosas…
Eu gostava de saber o que levou estes senhores a proferirem tais palavras, porque se alguem comete um crime, seja pobre ou rico, famoso ou não, deve ser condenado, seja agora ou daqui a 10 ou 20 anos, o crime não deixa de ser crime só porque o tempo não para… Ou será que estes senhores têm amigos envolvidos no caso??
Tem que haver um pouco de consciencia e não descredibilizar ainda mais a justiça nacional… Camarate tem de ser julgado como todos os outros crimes…
A justiça nacional precisa disso, e nós também.
Arquivado em: A opinião também veste saias, por Baguera
palavras para quê?
http://dn.sapo.pt/cartoons/cartoon.html?edicao=2006%2F11%2F30&ts=1164844800
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Numa noite em que o Sporting precisava de ser o melhor Sporting não podia ter saído de Alvalade mais a leste do que saíu. Uma pesada derrota por 1-3 acabou com as espectativas de uma via verde para a próxima fase da Champions League.
Para os lados de Deco, Ronaldinho e C.ª, a vitória que era necessária surgiu com naturalidade. Uns expressivos 2 a 0, com golos de Ronaldinho e Gudjohnsen. O golo do islandês não está –como vem sendo costume — isento da ajuda da arbitragem – fora-de-jogo.
… Portugal rumo ao Futuro …
O abandono de algumas linhas de caminhos de ferro, a supressão de estações e apeadeiros, a eliminação de escolas, de esquadras, de atendimento médico, futuramente virão as junções de juntas de freguesia, em paralelo com o pouco investimento e apoio às zonas rurais, tudo isto, ao contrário do que se possa imaginar, não são opções prejudiciais para o país … não! elas são um sintoma de modernidade e progresso!… e são a demonstração de que já está em marcha a construção da grande casa do Futuro em Portugal, a vanguardista Casa-País.
Segundo um plano estratégico e um programa bem definido pelo Estado Português e projectado pelos melhores Arquitectos Nacionais e Internacionais, a casa que albergará toda a população residente em Portugal, terá a forma de Donut gigante, no seu centro ficará um “grande buraco” – o aeroporto da Ota, daí o seu nome, “Cas’OTA” e será atravessada pela linha do TGV que ligará a Casa-País ao Oceano Atlântico (ao futuro ex. porto de Lisboa) e a Espanha. No seu interior ficará além de um quarto para cada residente, um Hospital com médicos Espanhóis, uma Escola com professores Ingleses, uma esquadra com polícias Alemães, um polo industrial com Engenheiros Japoneses e trabalhadores Romenos, um Restaurante Italiano, um “Bar” com bailarinas Ucrânianas, um Casino gerido por Americanos, um Estádio de Futebol onde actuarão só jogadores Brasileiros, uma Loja do Chinês, etc., etc. … ou seja, tudo o que qualquer português precisa para viver em paz, comer bem, fingir que estuda, ter saúde, dinheiro, gozar a vida, nada que fazer, enfim, ser feliz.
Com a construção deste edifício, aglutinando toda a população portuguesa num só local, ficarão resolvidos todos os problemas que assolam o país e o Estado poupará milhões de Euros, o poder central ficará mais próximo de toda a população. Atendendo a que passa a existir um só edifício no país, deixará de fazer sentido a regionalização, as freguesias e os concelhos deixam de existir, o número de vias de comunicação que necessitarão de manutenção será substancialmente reduzido, as diversas redes de infra-estruturas serão simplificadas, etc., etc. … e veja-se só como exemplo o que se poupará
em Campanhas Eleitorais e Presidências Abertas …
Desde que se construa a Cas’OTA, o Futuro de Portugal está garantido!…
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